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terça-feira, 15 de março de 2011

O NEEM





O QUE É O NEEM ?


Nossos animais de estimação são considerados mebros da familia, e queremos para eles o melhor.


O crescimento da população de parasitas resistentes aos diferentes grupos químicos são conseqüência do uso indiscriminado e continuado de drogas, que além de apresentarem efeitos nocivos nos animais e humanos, ainda agridem o meio ambiente.

A Azadirachta indica, conhecida popularmente como NIM ou NEEM é uma árvore conhecida ha mais de 2000 anos na índia e outros paí­ses do Oriente, por suas propriedades medicinais de relevante importância junto à saúde do homem, dos animais e das plantas.


Mais de 100 compostos bioativos já foram isolados na sua composição, sendo a azadiractina o principal componente do Óleo de Neem.

Este composto, causa distúrbios fisiológicos, altera o desenvolvimento e a funcionalidade de inúmeras espécies de “pragas”, agindo sobre os processos reprodutivos, sobre a inibição do seu crescimento/desenvolvimento e da mobilidade do parasita e também apresenta efeito repelente.

Também pode interferir nas funções bioquí­micas e fisiológicas dos parasitas.

Desta forma, a azadirachtina não causa a morte imediata dos insetos.

Sua ação começa horas após a aplicação podendo se prorrogar por vários dias; isto porque a substancia age seletivamente em cada tipo de inseto, atingindo suas funções vitais de forma diferenciada.

Além do óleo, diversos outros extratos, com diversas formas de extração podem ser obtidos de partes diferentes da planta que também são capazes de produzir múltiplos efeitos sobre os insetos.

Dos produtos derivados do Neem, o mais comum, no mercado brasileiro, é o Óleo de Neem Emulsionável (OFFNEEM), um compostos emulsionávei de Óleo de Neem e extrato oleoso extraí­do das sementes, que demonstra grande eficiência no combate de pragas e doenças na agricultura assim como no controle de parasitas da pecuária, principalmente bernes e carrapatos.


A baixa toxicidade, o largo espectro de ação e a ampla distribuição na natureza favorecem o interesse em pesquisas cienti­ficas direcionadas a sua utilização tanto em pecuária orgânica quanto nos cuidados naturais de cães e gatos.


Existem trabalhos científicos que relatam boa atuação do Neem como repelente e controle ambiental de moscas (Cochliomyia hominivorax, Lucilia cuprina, Chrysomya megacephala e Musca domestica), mosquitos (Aedes,Culex, Anopheles), carrapatos (Rhipicephalus sanguineus e Boophilus microphilus) , Ácaros da sarna, pulgas e piolhos.




CICLO DE VIDA DOS CARRAPATOS

http://www.universipet.com/images/carrapatos.JPG

O principal carrapato dos cães, Rhipicephalus sanguineus, por ser hematófago (alimentar-se de sangue), é o principal vetor biológico e reservatório de Ehrlichia canis, sendo responsável também pela transmissão de outros patógenos como Babesia canis, B. caballi, B. equi e riquítsias causadoras da febre maculosa ( sobre estas doenças falaremos oportunamente, em outra postagem).

O cães doméstico são o único hospedeiro primário conhecido para os três estágios parasitários (larva, ninfa e adultos) de R. sanguineus, para os quais, o cão não desenvolve imunidade efetiva, refletindo uma forte interação parasito-hospedeiro.

Este fato demonstra que um único cão pode servir por tempo indeterminado como hospedeiro adequado para todos os estágios parasitários do R. sanguineus, e que a presença de um ou mais cães é um fator condicional ao estabelecimento de uma população de R. sanguineus num determinado local.

Por ser um carrapato da famí­lia Ixodidae, o R. sanguineus apresenta três formas parasitárias dentro de seu ciclo de vida: larva, ninfa e adulto, este último é o único estágio com dimorfismo sexual(machos e fêmeas diferentes).

No final do período parasitário, as larvas e ninfas ingurgitadas se desprendem do hospedeiro para fazer, no ambiente, a ecdise (troca de fase) para o próximo estágio evolutivo, sendo ninfas e adultos, respectivamente. As fêmeas ingurgitadas( gordinhas, alimentadas e cheias de ovinhos), que foram fertilizadas pelos machos sobre o hospedeiro, se desprendem deste para fazerem a postura de ovos no ambiente.

Cada fêmea pode colocar de 1000 a 3000 ovos, que após incubados por algumas semanas, darão origem à s larvas.

Os machos, que ficam sobre o hospedeiro por vários dias ou semanas, não ingurgitam ou não aumentam nitidamente de tamanho, mas podem fertilizar várias fêmeas neste período.

A duração das fases de desenvolvimento em vida livre (ecdise, postura e incubação dos ovos) pode variar de poucas semanas a alguns meses, sendo inversamente proporcional à temperatura ambiente.



R. sanguineus é um carrapato de hábitos nidí­cola (do latim nidi=ninho; cola=que permanece).

Portanto, é um carrapato que passa as fases de vida livre nas habitações ou locais de repouso de seu hospedeiro.

Em se tratando dos cães, estes locais de repouso ou habitações podem ser a própria casinha do cão, um cômodo de uma residência, um canto de um quintal, etc. Desta forma, todas as fases de desenvolvimentoem vida livre do carrapato (ecdises, postura e incubação dos ovos) se passam em frestas ou buracos presentes nas paredes ou teto destes locais onde o cão vive.

É interessante observar que ao final de um repasto sangüíneo, os carrapatos nidí­colas tendem a se desprender do hospedeiro quando este último se encontra no interior do abrigo, a fim de garantir o ciclo nidícola naquele ambiente, de forma que o estágio subseqüente do carrapato não tenha dificuldade de encontrar o hospedeiro para dar seqüência ao ciclo.

Os estágios ingurgitados de R. sanguineus, apresentam geotropismo negativo após se desprenderem do hospedeiro, propiciando para que as fases de ecdise, postura e incubação dos ovos se passem acima do nível do solo onde o cão vive (Labruna & Pereira, 2001).

Tal comportamento é extremamente diferente de outras espécies de carrapatos do Brasil (ex. Amblyomma cajennense, Boophilus microplus, Dermacentor nitens), cujas formas ingurgitadas apresentam geotropismo positivo após se desprenderem de seus hospedeiros.

O comportamento geotrópico negativo exercido pelos estágios ingurgitados de R. sanguineus são extremamente importantes no sentido de favorecer para que uma população de carrapatos colonize resistências contiguas em uma determinada área, pois propicia para que os carrapatos atravessem barreiras físicas verticais, tais como muros e paredes (Congresso Brasileiro de Parasitologia Veterinária & I Simpósio Latino-Americano de Rickettsioses, Ouro Preto, MG, 2004. Rev. Bras. Parasitol.Vet., v.13, suplemento 1, 2004).fonte da foto: http://www.entomology.cornell.edu/.

Para controlar o R. sanguineus, pode-se atuar diretamente no hospedeiro, onde estarão 5% dos carrapatos em um determinado instante, ou/e no ambiente, onde se encontram os 95% da população de carrapatos neste mesmo instante.

Logicamente, se o objetivo maior é controlar a infestação sobre os cães, podendo-se ás vezes até eliminá-la, o alvo principal do controle volta-se para aqueles 95% da população que se encontram no ambiente.


DOSES E MANEIRA DE UTILIZAR

Para banhos:

Use um frasco de 500ml de shampoo para cães (ou gatos) e adicione 10ml do produto e de banhos regulares no animal até que haja um controle efetivo da praga.


Pulverizando o ambiente:

Dilua 15ml do OFFNEEM em 1 litro de água e pulverize os locais onde o animal contuma dormir, as frestas das paredes e a grama.


Importante:

No começo do tratamento os banhos tem de ser semanais e as pulverizações no ambiente duas vezes por semana durante 3 semanas, depois as pulverizações no ambiente quinzenalmente.

ONDE COMPRAR:
http://lojaorganica.blogspot.com.br/2012/06/offneem_21.html

PARTICULARIDADES DO NEEM


A azadiractina apresenta efeito residual por 3-7 dias, deve-se aplicá-la 1 vez por semana, tanto no ambiente quanto no animal.

As aplicações devem ser feitas no final da tarde, pois a atividade da azadiractina pode ser reduzida a aproximadamente 60% após a exposição á luz solar por 4 horas.

No animal, ele permanece sobre a superfí­cie matando os insetos por contato.
Portanto, após o banho deve ser aplicado novamente.


REFERENCIABIBLIOGRAFICAS:

http://www.bioneem.com.br/http://
www.iapar.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=410http://www.isah-soc.org/documents/2005/sections/46_vol_1.pdfhttp://
www.ibb.unesp.br/servicos/publicacoes/rbpm/pdf_v9_n3_2007/artigo1_v9_n3.pdfhttps://sec.sbq.org.br/cdrom/30ra/resumos/T0489-2.pdfhttp://
www.pvb.com.br/pdf_artigos/01-07-2008_00-19Vet20468.pdfhttp://
www.scielo.br/pdf/ne/v35n2/30044.pdfhttp://
www.academicjournals.org/AJB/PDF/pdf2007/18Oct/Makeri%20et
www.institutooikos.org.br/files/Pesquisas/Neem_Geral.pdfhttp://
www.latamjpharm.org/trabajos/24/1/LAJOP_24_1_7_1_3E9IR6431G.pdfhttp://bdtd.bce.unb.br/tedesimplificado/tde_busca/arquivo.php?codArquivo=2100http://hillagric.ernet.in/education/covas/vpharma/winter%20school/lectures/37%20herbal%20ectoparasiticidal%20drugs.pdfhttp://
www.rbpv.ufrrj.br/documentos/13supl.12004/pe13s1123_124.pdf

Marcos Castilho
Responsável Técnico
(17) 99175 7629 Claro
(17) 99738 5502 Vivo
Skype: marcosjc1964

segunda-feira, 14 de março de 2011

UMA VIRA-LATAS DE SORTE


Conheça a história de Tropelada, uma vira-lata de sorte

Veterinário Márcio Carbuglio, de 29 anos, com a vira-lata 'Tropelada'.

Era uma noite bastante comum de um dia de semana quando motoristas na Rodovia Raposo Tavares presenciaram uma cena inusitada. Um homem saiu do seu veículo e parou o trânsito para ajudar um cão assustado a atravessar a pista. De seus carros, pessoas aplaudiram e parabenizaram o ato de compaixão do veterinário Márcio Carbuglio, de 29 anos. O cão seguiu pela outra margem da rodovia, são e salvo.

O que motivou Márcio foi evitar um problema muito comum entre os cachorros: os atropelamentos. Afinal, a terceira maior causa de morte canina em São Paulo, assim como é de se esperar em outras cidades grandes, são os traumas e acidentes. Como diz o professor de cirurgia veterinária do Hospital da USP, Cássio Ricardo Auada Ferrigno, atropelamentos lideram essa lista disparado, sendo bem mais frequentes que violência e quedas. São também a causa de até 20% das cirurgias realizadas no hospital, estima ele.

O veterinário Márcio, antes de fazer com que o cão chegasse a salvo do outro lado da pista, já havia resgatado cachorros que não tiveram a mesma sorte e foram atropelados. Entre eles, a cadela Tropelada (com 'T' mesmo), que está com ele há cinco anos. Ele estava saindo da mesma rodovia quando a viu sendo atingida por um carro. Parou para ajudar quando o motorista fugiu. O veterinário a amordaçou para evitar uma mordida e a levou para a clínica onde trabalha. Ela havia sofrido fratura no fêmur da pata esquerda e luxação na direita, portanto demorou para ficar boa. Quando ficou, Márcio levou-a para casa, onde cria mais três cachorros. Ele descreve a cadela como a mais alegre e obediente dos seus animais de estimação, esquecendo-se de citar as sequelas físicas bastante visíveis.

Tropelada deve saber que tem sorte. Apenas uma pequena parte dos cachorros atropelados chegam a um hospital ou clínica veterinária porque o resgate, além de ser perigoso, também acarreta em assumir o cão como sua responsabilidade, ainda que temporária, além dos gastos do tratamento. No caso de Márcio, o que o permite fazer essas boas ações é o fato de saber cuidar dos animais. "É muito raro um desconhecido encontrar um cão atropelado e resgatá-lo", afirma a veterinária Simone Franceschini, 32. "Acolhi uma cadela essa semana que foi encontrada e trazida pela mãe de uma veterinária". Simone diz que o tratamento não será cobrado já que a filha dessa senhora trabalha na mesma clínica, mas admite que, se fosse, não sairia por menos de R$ 800. Nem mesmo hospitais veterinários públicos, como o da USP, recebem cachorros tão machucados por caridade e sem que a pessoa que resgatou assuma o animal, já que eles são muitos, o tratamento é caro, demorado e ainda precisa-se encontrar um dono para acolhê-lo depois de curado.

Difícil sim. Impossível não!

"Desci do carro para ajudar esse e outros cachorros porque eu estava ali. Não poderia ver um animal precisando de ajuda e simplesmente passar reto", diz Márcio sobre os cachorros que resgatou. Suas palavras poderiam ser ditas por muitas outras pessoas que amam animais e que certamente ajudariam a mudar essa situação, se soubessem como.

A primeira iniciativa é praticar a Posse Responsável. "A causa de tantos animais morrerem desse jeito é o abandono. Animal largado na rua está suscetível a ser atropelado. Não castrar os animais também aumenta a população canina que corre esse risco", diz o professor veterinário Cássio Ricardo. Se muitos donos não são responsáveis como deveriam, você pode adotar um cão abandonado e, provavelmente, salvá-lo desse destino.

Se puder, pare por um animal machucado e leve-o ao veterinário - boa parte das clínicas e hospitais veterinários praticam uma espécie de política de compaixão, o que significa que cobram muito menos em situações especiais como essas. No entanto, lembre-se que animais com dor podem ser agressivos. Faça uma mordaça com o seu cadarço para evitar mordidas.

Mesmo se não tiver condições financeiras, você pode ajudar. "Uma possibilidade é levar o animal para o Centro de Zoonoses", sugere o professor Cássio Ricardo. "Lá eles cuidam do acidentado e, quando não há tratamento possível, ele é sacrificado. Mas pelo menos não fica agonizando na rua", diz ele, que não consegue deixar um animal nesse estado e pára toda vez que vê um, ainda que seja para lhe dar um fim digno. Assim como nas cidades, levar para o Centro de Zoonoses é também a política de algumas concessionárias de estradas é outro cenário de muitos acidentes -, como a Ecovias. São resgatados por mês 190 animais em seus 177 quilômetros do complexo Anchieta-Imigrantes e desses 80% são cachorros, por exemplo. No entanto, eles oferecem o contato de seis veterinários da região para quem quiser resgatar um animal atropelado.

No caso de quem cuidaria de um cão machucado, mas não pode tê-lo em casa, a solução é encontrar para ele um dono depois de curado. Para isso, conte com o auxílio das ONGs de proteção animal. A Projeto Cel, por exemplo, organiza feiras de adoção de animais abandonados todos os finais de semana. "A maioria dos animais consegue sim arranjar um novo dono. Vale muito a pena salvar um cão ", afirma Eliete Brognoli, fundadora da ONG.

Embora o problema dos cães abandonados e com péssimas condições de vida ainda necessite de mais estrutura para ser solucionado, quem já cuidou e adotou um animal necessitado sabe que a gratidão deles faz realmente valer a pena. Então, o que você vai fazer da próxima vez que vir um cachorro machucado?

quinta-feira, 9 de abril de 2009


Saudável e livre de parasitas, é o resultado do uso do FORTNEEM periodicamente.

JASMINE, UMA LIÇÃO DE AMOR!

Em 2003 a policia de Warwckshire, Inglaterra, abril um galpão de um jardim e encontrou ali uma cadela chorosa e encolhida.

Ela havia sido trancado e abandonado no galpão.

Estava suja, desnutrida e claramente maltratada.

Num ato de bondade, a policia levou a cadela para um abrigo próximo, o Nuneaton Warwickshine Wildlife Sanctuary, dirigido por um homem chamado Geoff Grewcock.
Lugar este conhecido como um paraiso para animais abandonados, orfãos ou com outra qualquer necessidade.


Geoff e a equipe do santuário trabalharam com dois objetivos:
Restaurar a saúde completa do animal, e ganhar sua confiança.
Levou varias semanas, mas finalmente os dois objetivos foram alcançados.

Deram a ela o nome de Jasmine, e começaram a pensar em encontrar para ela um lar adotivo.

Mas Jasmine tinha outra idéias.

Niguem se lembra como começou, mas ela passou a dar as boas vindas a todos animais que chegavam ao Santuário.

Não importava se era um cachorrinho, um filhote de raposa, um coelho ou qualquer outro animal perdido ou ferido.

Jamine se esgueirava para dentro da caixa ou gaiola e os recebia com uma lambida de boas vindas.

Geoff conta um dos primeiros incidentes:
Nós tinhamos dois cachorrinhos que foram abandonados numa linha de trem próxima.
Um era um mestiço de LaKeland Terrier e o outro um
mestiço de Jack Russel Doberman.

Eles eram bem pequenos quando chegaram ao centro e Jasmine aproximou-se e abocanhou um pelo cangote e coloco-0 em uma almofada. Aí ela trouxe o outro e aconchegou-se a eles, acarinhando-os".
"Mas ela é assim com todos os nossos animais, até com os coelhos. Ela os acalma e desestressa e isto os ajuda, não só a ficarem mais próximos a ela, mas também a se adaptarem ao novo ambiente".




"Ela fez o mesmo com filhotes de raposa e de texugos: ela lambe os coelhos e os porcos da Guiné e ainda deixa os pássaros empoleirarem-se em seu nariz"

Jasmine, a tímida, maltratada, pária abandonada, tornou-se a mão substituta dos animais do santuário, um papel para o qual ela nasceu.

A lista de jovens animais dos quais ela cuidou inclui cinco filhotes de raposa, quatro filhotes de texugo, quinze galinhas, oito porcos da Guiné, dois cachorrinhos e quinze coelhos.





















E um cervo montês.
O pequeno Bramble, com 11 semanas de idade, foi encontrado semi-consciente em um campo.

Na chegada ao Santuário, Jasmine aconchegou-se a ele para mante-lo aquecido e assumiu inteiramente o papel de mãe substituta.
Jasmine cumula Bramble de afeição e não deixa que nada lhe falte.

"Eles são inseparáveis" , diz Geoff.

" Bramble anda entre suas pernas e eles ficam se beijando... Eles passeiam juntos pelo Santuário.
É um prazer ve-los".

Jasmine continuará cuidando de Bramble até que ele possa voltar a viver na floresta.

Quando isto acontecer, Jamine não estar sozinha.
Ela estará muito ocupada distribuindo amor e carinho ao próximo orfão ou à próxima vitima de abusos e maltratos.



UM VERDADEIRO EXEMPLO DE AMOR ENCONDICIONAL!

VOCÊ CONHECE MUITOS SERES CAPAZES DISSO????????

JASMINE ESTÁ AÍ PARA ENSINAR....

Deus criou os pássaros, a maldade humana inventou as gailolas.